Princípios de atividade

1. Independência

  As especificidades dos objetivos e tarefas que a Empresa exige são necessárias como um pré-requisito para o bom exercício da advocacia pela máxima independência dos advogados da Companhia no exercício de seus direitos e obrigações profissionais, o que impõe sua liberdade de qualquer influência, pressão ou interferência externa em suas atividades, em particular pelas autoridades estaduais, bem como pela influência de seus interesses pessoais.
  Para cumprir este princípio em suas atividades profissionais, os advogados da Companhia são obrigados a resistir a qualquer tentativa de atacar sua independência, ser valentes e fundamentais no desempenho de seus deveres profissionais, defender os direitos profissionais e usá-los efetivamente no interesse dos Clientes.
Os advogados da Companhia são obrigados a não permitir compromissos em sua atividade profissional que prejudicam sua independência, a fim de agradar o tribunal, outros órgãos estaduais, terceiros ou o Cliente, se tais compromissos estiverem em conflito com os legítimos interesses do Cliente e impedir a assistência jurídica adequada a ele.
  Os advogados da Companhia não se envolvem em nenhuma outra atividade que os deposite em dependência legal, material ou moral de outros, sujeito às suas instruções ou regras que possam entrar em conflito com a lei da lei aplicável no Bar, as Regras da Ética de Bar e estes Princípios, ou podem ser diferentes para impedir o exercício livre e independente pelos advogados da Companhia de seus deveres profissionais.
  Os advogados da Companhia não devem, ao executar as instruções do Cliente, seguir as instruções de outras pessoas sobre o conteúdo, formulários, métodos, seqüência e tempo do exercício de seus direitos e obrigações profissionais, se contradizem sua própria idéia da maneira otimizada de executar a ordem do Cliente.

2. Cumprimento da lei

  Nas suas atividades profissionais, os advogados da Companhia são obrigados a aderir à legislação atual da Ucrânia, promovem a adoção e a implementação prática dos princípios da lei e da lei, usam todos os seus conhecimentos e habilidades profissionais para a proteção adequada e representação dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos e pessoas jurídicas.
  Os advogados da Companhia não dão aconselhamento ao Cliente deliberadamente com o objetivo de facilitar a comissão de infrações ou, de outra forma, promover deliberadamente sua comissão pelo Cliente da Companhia ou outras pessoas.
  Os advogados da Companhia não têm direito em suas atividades profissionais para recorrer a meios e métodos que estão em contradição com a legislação atual, as regras da ética de advocacia, etc.

3. Dominância dos interesses dos Clientes

  Dentro dos limites da observância do princípio da legalidade, a Companhia é obrigada, em suas atividades profissionais, a partir da preferência dos interesses dos Clientes em seus próprios interesses, os interesses dos colegas, parceiros, funcionários, os interesses dos representantes legítimos dos Clientes, seus curadores, curadores e outras pessoas, bem como qualquer outro considerações.
  A empresa deve respeitar a liberdade de escolha do Cliente do advogado e não aceitar a comissão nem no processo de sua implementação para não obstruir a realização desta liberdade.

4. Inadmissibilidade da representação de Clientes com interesses conflitantes

  A Companhia deve tomar todas as medidas para evitar a representação de um advogado da Companhia ao mesmo tempo por dois ou mais Clientes cujos interesses sejam mutuamente controversos ou com alto grau de probabilidade podem se tornar controversos.

5. Confidencialidade

  O cumprimento do princípio da confidencialidade é um pré-requisito necessário e mais importante para a confiança entre a Empresa e o Cliente, sem o qual é impossível fornecer assistência jurídica adequada. Portanto, a preservação da confidencialidade de qualquer informação recebida pela Companhia do Cliente, bem como sobre o Cliente (incluindo sua pessoa) ou outras pessoas no processo de atividade de advogado, é o direito dos advogados da Companhia em relação a todos os assuntos de direito que possam exigir divulgação de tais informação e obrigação para o Cliente e aqueles que são afetados por esta informação.
O princípio da confidencialidade não é limitado no tempo.
A confidencialidade de certas informações sobre o Cliente pode ser cancelada apenas por uma pessoa interessada em sua conformidade (o Cliente ou herdeiros de um indivíduo ou sucessores legais de uma pessoa jurídica), por escrito ou em outra forma fixa.
  A divulgação de informações que constituem o segredo de um advogado é proibida em todas as circunstâncias, incluindo tentativas ilegais pelo inquérito, investigação preliminar e tribunal para interrogar um advogado sobre circunstâncias que constituem o segredo de um advogado.
  A Companhia é obrigada a assegurar que os consultores da Companhia, os assessores de advogados e os membros da equipe técnica entendam e respeitem o princípio da confidencialidade.
  A Companhia é obrigada a fornecer tais condições de armazenamento de documentos, os documentos transferidos pelo Cliente, os arquivos de advogados e outros materiais que estão à sua disposição e contêm informações confidenciais que normalmente excluem terceiros de acesso a eles.

6. Competência e honestidade

  Devido à importância social e à complexidade dos deveres profissionais dos advogados da Companhia, eles exigem um alto nível de treinamento profissional, um conhecimento fundamental da legislação atual, a prática de sua aplicação, o domínio das táticas, métodos e técnicas de advocacia, oratória.
  Advogados da empresa são obrigados a prestar assistência jurídica a clientes com competência e de boa fé, proporcionando o conhecimento da legislação pertinente, a sua experiência da sua aplicação, doskonalnist à luz de todas as circunstâncias relacionadas com ordens de clientes e as possíveis consequências legais da sua aplicação, uma preparação cuidadosa para a correcta execução da ordem.
empresas advogados são necessários, independentemente da extensão da sua vasta experiência, se houver, para manter o nível adequado de conhecimentos em matéria de que são sob a lei atual deve oferecer assistência jurídica para fins de investigação ou julgamento, e livre.
  Os advogados da Companhia estão constantemente trabalhando para melhorar seus conhecimentos e habilidades profissionais, têm informações suficientes sobre mudanças na legislação atual.
  Os advogados da Companhia fornecem o nível razoavelmente necessário de competência de seus assistentes, técnicos e outras pessoas envolvidas neles para realizar trabalhos individuais relacionados com a execução do pedido.

7. Honestidade e decência

  Os advogados da Companhia, tanto em suas atividades profissionais quanto na vida privada, são honestos e decentes; Não recorra a enganos, ameaças, chantagens, suborno, uso de circunstâncias materiais ou pessoais de outras pessoas ou outros meios ilegais para atingir seus objetivos profissionais ou pessoais; respeitar os direitos, os interesses legítimos, a honra, a dignidade, a reputação e os sentimentos das pessoas com quem ele se comunica de maneiras diferentes.

8. Respeito pela profissão de advogado

  Através de suas atividades, a Companhia mantém respeito pela profissão do advogado, sua essência e propósito, e contribui para a preservação e valorização do seu prestígio.
  Este princípio deve ser observado em todas as esferas da atividade de advogados da Companhia: profissional, público, jornalístico, etc.
  Os advogados da Companhia são obrigados a cumprir as decisões legais de órgãos eletivos de advocacia, tomadas em sua competência, o que não exclui a possibilidade de críticas sobre estas e seu recurso de acordo com o procedimento estabelecido por lei.
  Os advogados da Companhia não tomam ações destinadas a limitar os direitos de uma pessoa à proteção, os direitos profissionais dos advogados, a independência da profissão da lei, prejudicando seu prestígio.

9. Cultura do Comportamento

  Os advogados da Companhia, tanto em suas atividades profissionais quanto na vida privada, cuidando do prestígio de um advogado, proporcionam um alto nível de cultura de comportamento, se comportam de forma decente, restrita e discreta, preservam o autocontrole e a resistência, quando possível, ao exercerem suas atividades profissionais, têm uma aparência decente. .

10. Ética da publicidade das atividades da Companhia

  A empresa tem o direito de anunciar suas atividades profissionais em conformidade com a legislação aplicável e as regras de ética de advocacia.
  O advogado da Companhia não tem o direito de oferecer seus serviços a um determinado Cliente, pessoalmente ou através de intermediários.
  Os materiais publicitários sobre as atividades da Companhia são objetivos, confiáveis, claros e compreensíveis, não contêm dicas, ambiguidades ou, de outra forma, constituem a base para potenciais Clientes enganadores, atendem a requisitos estéticos razoáveis.
  A administração da Companhia é responsável pela autenticidade dos materiais promocionais sobre a Companhia, bem como pela conformidade com a legislação aplicável e com as regras da ética de advocacia.
  Se a Companhia tomar conhecimento da propaganda generalizada de suas atividades que não atende aos requisitos especificados sem conhecimento conhecido, a Companhia é obrigada a tomar todas as medidas razoavelmente praticáveis para refutar e corrigir tais informações de publicidade e informar a comissão regional de qualificação e disciplinar.